Há centenas de milhares de pessoas em Portugal a viver do próprio trabalho. A maioria sabe fazer o seu ofício como ninguém. Mas ninguém lhes ensinou a gerir o negócio que construíram à volta dele.
Uma ferramenta que guarda o contexto do teu negócio chega a outro resultado. As ferramentas Elevate calculam com os teus números e entregam documentos prontos a usar.
O Elevate é uma plataforma de gestão de negócio, com formação e ferramentas que trabalham com os teus números reais. Explicamos exatamente o que isso significa.
O Elevate é para quem tem um pequeno negócio e quer aprender a geri-lo: quem abriu um negócio sem ser gestor e precisa de ferramentas que calculem com os números do seu caso. Se não te reconheces aqui, tudo bem.
Próximo passo
8 minutos, e sais com a ordem das tuas decisões.
Há uma conversa que acontece todos os dias em Portugal, em cafés, em mensagens entre conhecidos, em noites mal dormidas antes de enviar um orçamento. Quase sempre vai assim: "Sei fazer o meu trabalho. Sei que sou bom nisto. Mas não sei se estou a cobrar o suficiente. Não sei se devia emitir fatura-recibo ou fatura simples. Não sei quanto preciso de ganhar por mês para isto ser sustentável. E não sei a quem perguntar sem parecer que não sei o que estou a fazer."
Esta conversa repete-se porque há uma lacuna concreta no mercado português, e é essa lacuna que o Elevate existe para fechar.
Há em Portugal centenas de milhares de trabalhadores independentes e micro-empresas em nome individual, e o número tem vindo a subir ao longo da última década. Estamos a falar de canalizadores, cabeleireiros, designers, arquitetos, médicos, advogados, consultores, terapeutas, fotógrafos, nutricionistas, eletricistas, donos de café, pessoas com formação sólida e competência técnica real.
A formação técnica (seja uma licenciatura em Direito, um curso de estética, um CAP de canalização ou um mestrado em Arquitetura) não inclui gestão de negócio. Ninguém ensina cálculo de preços, nem fluxo de caixa, nem obrigações fiscais para trabalhadores independentes, nem como gerir clientes que pagam a 90 dias quando a renda é ao dia 1.
E quando estas pessoas procuram ajuda?
Há hoje muita coisa boa disponível, e ainda assim uma peça específica é difícil de encontrar. Vale a pena perceber porquê.
Muito do que se aprende sobre gestão foi escrito para fora de Portugal. Regras fiscais que não são as nossas, contribuições que funcionam de outra maneira, preços de referência de economias diferentes, canais de venda e expectativas de cliente que não se transferem. Uma esteticista em Braga que cobra 30 euros por sessão precisa de saber se esses 30 euros cobrem os custos dela, e essa conta faz-se com as regras portuguesas ou não se faz de todo.
O acompanhamento individual funciona, e é o mais difícil de sustentar todos os meses. Uma designer que cobra 25 euros à hora troca várias horas de trabalho por cada sessão. Vale a pena quando a decisão é grande. Como base de gestão para o ano inteiro, poucas contas fecham.
As comunidades resolvem a parte solitária, que é real e conta. Saber que aquilo não te acontece só a ti é importante, e continua sem te dizer quanto deves cobrar por hora para cobrir os teus custos fixos e ter 30% de margem.
O que falta no meio disto é uma coisa concreta: as contas do teu negócio, feitas com os teus números e com as regras de cá.
A Marta é esteticista. Tem um gabinete pequeno em Braga há quatro anos. Cobra 30 euros por sessão. A agenda enche-se devagar: faz cerca de 20 sessões por mês. Parece sustentável, até fazeres as contas. Depois de descontar renda do espaço, produtos, Segurança Social e a reserva para o IRS, a conta não fecha: os custos do gabinete são maiores do que aquilo que ela fatura, e a Marta não dá por isso porque nunca somou as duas colunas lado a lado. Nunca fez um cálculo real de custos por serviço. Nunca definiu um preço com base em margem. O número 30 surgiu porque "era o que as outras cobravam" quando abriu.
O Miguel é designer gráfico com dez anos de experiência. Tem portfólio, clientes recorrentes e nunca lhe falta trabalho. Aceita tudo o que aparece, trabalha 60 horas por semana e está a caminho do burnout. Nunca lhe ocorreu que recusar fosse uma decisão de gestão em vez de uma falha de carácter. O Miguel é excelente no que faz, e o que lhe falta é uma coisa que ninguém lhe ensinou: calcular o valor-hora incluindo tempo não-faturável, férias e dias de doença.
A Bárbara é dermatologista. Abriu consultório próprio há dois anos. Cobra 60 euros por consulta. Na zona dela, colegas com consultório próprio cobram entre 80 e 120 euros. A Bárbara sabe isto. Mas tem medo de cobrar mais porque "ainda está a começar" e "os pacientes podem ir para outro sítio". Resultado: trabalha mais horas do que deveria, para compensar o preço baixo com volume. E ainda se sente culpada quando pondera aumentar.
São três pessoas em três áreas completamente diferentes, com o mesmo problema de base: competência técnica excelente e gestão de negócio ausente.
Quando se analisa o mercado português, identifica-se uma lacuna específica. Cursos, mentores e comunidades existem em quantidade; o que falta é outra coisa:
Uma plataforma que combine educação de gestão de negócio com ferramentas práticas que funcionam com os números reais de cada negócio.
Uma calculadora que te diz, com base nos teus custos fixos, variáveis, horas disponíveis e margem desejada, qual deve ser o teu preço por hora ou por serviço.
Um orçamento mensal pré-preenchido com as categorias relevantes para o teu tipo de negócio, que te mostra em tempo real se estás no verde ou no vermelho, em vez de um mentor que te diz "precisas de controlar o teu cash flow" sem instrumentos para o fazer.
Uma estratégia estruturada de aumento de preços com scripts de comunicação, análise de impacto, e a altura recomendada, em vez de um grupo onde alguém partilha que "aumentou preços e correu bem" sem mais detalhe.
Era isto que faltava. E foi isto que o Elevate se propôs construir.
O Elevate parte de uma premissa simples: se as melhores escolas de negócio do mundo (os MBAs de Stanford, Harvard, INSEAD) ensinam estruturas de gestão que funcionam, então é possível adaptar essas estruturas à realidade de quem empreende em Portugal.
Adaptar é coisa diferente de simplificar. Um MBA ensina análise de custos com casos da Procter & Gamble. O Elevate ensina análise de custos com o caso de quem tem um salão e precisa de saber quanto custa cada corte, incluindo produtos, tempo, renda proporcional do espaço, e impostos.
As estruturas são as mesmas e o que muda é a aplicação, que é onde tudo se decide.
O Elevate é uma plataforma com mais de 200 lições curtas organizadas em 15 áreas, desde visão e estratégia até finanças, precificação, marca, conteúdo digital, vendas, atendimento, ferramentas, questões legais, produtividade, inteligência artificial e mentalidade.
As lições trazem ferramentas interativas onde o trabalho o exige: ferramentas para usar com os teus dados, que produzem resultados concretos e que levas contigo.
Tão importante como o que o Elevate é, é o que recusa ser.
Recusa a urgência fabricada. Há um preço de fundador para as primeiras cem contas, e esse limite é real: quando esgotar, esgotou. O que não vais encontrar é o relógio a contar no canto do ecrã, o "restam 3 vagas" que reaparece na semana seguinte, ou o "só até domingo" que se estende até quarta. Se o Elevate for útil para ti, vai ser útil na segunda-feira da mesma forma que é útil no domingo.
Recusa o culto da personalidade. O Elevate não segue "o método de alguém". É uma plataforma. As ferramentas funcionam porque a matemática funciona, não porque alguém carismático te disse que funcionam.
Recusa a promessa do rápido. Construir um negócio sustentável demora tempo, e o Elevate foi feito para esse trabalho.
O Elevate garante uma coisa: depois de o usares, tens documentos concretos, números reais, e uma compreensão clara de como o teu negócio funciona. O que fazes com isso é contigo. Mas passas a decidir com os números em cima da mesa.
O Elevate é para quem abriu um negócio em Portugal sem formação de gestor. Para quem tem um ofício, uma profissão, uma competência, e precisa das ferramentas de gestão para fazer disso um negócio sustentável. Para quem quer cobrar o justo, pagar as contas a tempo, e dormir melhor a saber que o mês seguinte está controlado.
Se isto te parece familiar, o Elevate foi feito para ti.