
Há uma conversa que acontece todos os dias em Portugal, em cafés, em mensagens entre conhecidos, em noites mal dormidas antes de enviar um orçamento. Quase sempre vai assim: "Sei fazer o meu trabalho. Sei que sou bom nisto. Mas não sei se estou a cobrar o suficiente. Não sei se devia emitir fatura-recibo ou fatura simples. Não sei quanto preciso de ganhar por mês para isto ser sustentável. E não sei a quem perguntar sem parecer que não sei o que estou a fazer."
Esta conversa repete-se porque há uma lacuna concreta no mercado português, e é essa lacuna que o Elevate Club existe para fechar.
Quem vive do próprio trabalho
Há em Portugal centenas de milhares de trabalhadores independentes e micro-empresas em nome individual, e o número tem vindo a subir ao longo da última década. Estamos a falar de canalizadores, cabeleireiros, designers, arquitetos, médicos, advogados, consultores, terapeutas, fotógrafos, nutricionistas, eletricistas, donos de café, pessoas com formação sólida e competência técnica real.
A formação técnica (seja uma licenciatura em Direito, um curso de estética, um CAP de canalização ou um mestrado em Arquitetura) não inclui gestão de negócio. Ficam de fora o cálculo de preços, o fluxo de caixa, as obrigações fiscais dos trabalhadores independentes e a forma de gerir clientes que pagam a 90 dias quando a renda é ao dia 1.
E quando estas pessoas procuram ajuda?
O que é difícil de encontrar
Há hoje muita coisa boa disponível, e ainda assim uma peça específica é difícil de encontrar. Perceber porquê ajuda.
Muito do que se aprende sobre gestão foi escrito para fora de Portugal. Regras fiscais que não são as nossas, contribuições que funcionam de outra maneira, preços de referência de economias diferentes, canais de venda e expectativas de cliente que não se transferem. Uma esteticista em Braga que cobra 30 euros por sessão precisa de saber se esses 30 euros cobrem os custos dela, e esse cálculo só serve se usar as regras portuguesas.
O que falta é uma coisa concreta: calcular os números do negócio com os dados dele e com as regras de cá.
Três histórias (com números)
A Marta é esteticista. Tem um gabinete pequeno em Braga há quatro anos. Cobra 30 euros por sessão. A agenda enche devagar: faz cerca de 20 sessões por mês. Parece sustentável, até se somarem os custos. Depois de descontar renda do espaço, produtos, Segurança Social e a reserva para o IRS, os custos do gabinete são maiores do que aquilo que ela fatura, e a Marta não dá por isso porque nunca somou as duas colunas lado a lado. Nunca fez um cálculo real de custos por serviço. Nunca definiu um preço com base em margem. O número 30 surgiu porque "era o que as outras cobravam" quando abriu.
O Miguel é designer gráfico com dez anos de experiência. Tem portfólio, clientes recorrentes e nunca lhe falta trabalho. Aceita tudo o que aparece, trabalha 60 horas por semana e está a caminho do burnout. Nunca lhe ocorreu que recusar fosse uma decisão de gestão em vez de uma falha de carácter. O Miguel é excelente no que faz, e o que lhe falta é saber calcular o valor-hora incluindo tempo não-faturável, férias e dias de doença.
A Bárbara é dermatologista. Abriu consultório próprio há dois anos. Cobra 60 euros por consulta. Na zona dela, colegas com consultório próprio cobram entre 80 e 120 euros. A Bárbara sabe isto. Mas tem medo de cobrar mais porque "ainda está a começar" e "os pacientes podem ir para outro sítio". Resultado: trabalha mais horas do que deveria, para compensar o preço baixo com volume. E ainda se sente culpada quando pondera aumentar.
São três pessoas em três áreas completamente diferentes, com o mesmo problema de base: competência técnica excelente e gestão de negócio ausente.
O que faltava no mercado
Quem analisa o mercado português encontra uma lacuna específica:
Uma plataforma que combine educação de gestão de negócio com ferramentas práticas que funcionam com os números reais de cada negócio.
Uma calculadora que mostra, com base nos custos fixos, variáveis, horas disponíveis e margem desejada, qual deve ser o preço por hora ou por serviço.
Um orçamento mensal pré-preenchido com as categorias relevantes para o tipo de negócio, que mostra em tempo real se está no verde ou no vermelho.
Uma estratégia estruturada de aumento de preços, com guiões de comunicação, análise de impacto e a altura recomendada.
Era isto que faltava. E foi isto que o Elevate Club se propôs construir.
A visão por trás do Elevate Club
O Elevate Club parte de uma premissa simples: se as melhores escolas de negócio do mundo (os MBAs de Stanford, Harvard, INSEAD) ensinam estruturas de gestão que funcionam, então é possível adaptar essas estruturas à realidade de quem empreende em Portugal.
Adaptar é coisa diferente de simplificar. O Elevate Club ensina análise de custos com o caso de quem tem um salão e precisa de saber quanto custa cada corte, incluindo produtos, tempo, renda proporcional do espaço, e impostos.
As estruturas são as mesmas; muda a aplicação.
O Elevate Club é uma plataforma com mais de 200 aulas curtas organizadas em 15 áreas, desde visão e estratégia até finanças, precificação, marca, conteúdo digital, vendas, atendimento, ferramentas, questões legais, produtividade, inteligência artificial e mentalidade.
As aulas trazem ferramentas interativas onde o trabalho o exige: ferramentas para usar com os dados do negócio, que produzem resultados concretos e que ficam com quem as usa.
Para não ter de escolher aula a aula, as aulas e as ferramentas de cada tema juntam-se em planos. Cada plano tem um verbo à frente («O preço certo», «Os posts do mês», «Os números do mês»), dias de até 15 minutos e uma coisa feita no fim.
O que esperar
Há três compromissos que o Elevate Club assume.
Um preço claro, sem urgência artificial. O anual custa 249 € e o mensal 25 €, e nas primeiras 100 contas anuais há um preço de fundador mais baixo, com um limite real: quando esgotar, esgotou. Não há relógio a contar no canto do ecrã nem datas que se estendem. Se o Elevate Club for útil, vai ser útil na segunda-feira da mesma forma que é útil no domingo.
Uma plataforma assente em cálculos. As ferramentas funcionam porque os cálculos estão certos, e o que aparece é o resultado dos números do negócio.
Tempo realista. Construir um negócio sustentável demora tempo, e o Elevate Club foi feito para esse trabalho.
Com o Elevate Club, quem decide tem os números à frente, em documentos e folhas do próprio negócio.
Para quem é isto
O Elevate Club é para quem abriu um negócio em Portugal sem formação de gestor. Para quem tem uma profissão ou uma competência, e precisa das ferramentas de gestão para fazer disso um negócio sustentável. Para quem quer cobrar o justo, pagar as contas a tempo, e dormir melhor a saber que o mês seguinte está controlado.
Quando isto soa familiar, o Elevate Club foi feito para essa situação.
O diagnóstico gratuito demora cerca de 4 minutos e indica o plano por onde começar.