Uma ferramenta que guarda o contexto do teu negócio chega a outro resultado. As ferramentas Elevate calculam com os teus números e entregam documentos prontos a usar.
O Elevate é uma plataforma de gestão de negócio, com formação e ferramentas que trabalham com os teus números reais. Explicamos exatamente o que isso significa.
Há centenas de milhares de pessoas em Portugal a viver do próprio trabalho. A maioria sabe fazer o seu ofício como ninguém. Mas ninguém lhes ensinou a gerir o negócio que construíram à volta dele.
O Elevate é para quem tem um pequeno negócio e quer aprender a geri-lo: quem abriu um negócio sem ser gestor e precisa de ferramentas que calculem com os números do seu caso. Se não te reconheces aqui, tudo bem.
Próximo passo
8 minutos, e sais com a ordem das tuas decisões.
Tens uma pasta no computador chamada qualquer coisa como "Templates negócio" ou "Ferramentas úteis". Lá dentro há folhas de cálculo que alguém partilhou, modelos que descarregaste, uma calculadora que encontraste numa pesquisa. A maioria nunca foi preenchida. As que preencheste, nunca voltaste a abrir.
Uma ferramenta feita para servir qualquer negócio começa sempre do zero em cada pessoa que a abre: pergunta tudo outra vez, propõe categorias que podem ou não encaixar no teu caso, e chega a um resultado com o pouco que sabe de ti. Faz o que pode com o que tem.
O que muda o resultado é o contexto.
As ferramentas do Elevate funcionam de forma diferente porque partem de um princípio simples: cada vez que usas uma ferramenta, ela guarda o contexto do teu negócio. Os teus custos, o teu nicho, o teu perfil de cliente, as tuas horas disponíveis. Este perfil progressivo vai-se construindo à medida que avanças nas lições.
Quando abres a calculadora de preços, ela já sabe que és arquiteta freelancer em Lisboa, que tens custos fixos de software e deslocações, e que trabalhas 30 horas por semana. Não te pede para preencher tudo de raiz. Parte do que já sabe e pergunta-te só o que falta.
Quando abres a ferramenta de orçamento, encontras as categorias de quem trabalha por conta própria em Portugal: Segurança Social, retenção na fonte, IVA. Escritas a partir das obrigações que tens cá.
Quando abres o painel de indicadores, encontras os números que já registaste noutras ferramentas a formar um panorama real. São os teus números a falar, apurados do que já registaste.
O problema mais comum nos pequenos negócios é não saber calcular. Há uma diferença enorme entre "acho que devia cobrar mais" e "sei exatamente que o meu preço mínimo por projeto é €X, baseado nos meus custos reais e no rendimento que preciso".
A calculadora de preços pede-te três coisas concretas: os teus custos fixos e variáveis, o rendimento líquido que precisas por mês, e as horas que tens realmente disponíveis para trabalho faturável. Com isto, calcula o teu preço mínimo por hora e por projeto.
É matemática aplicada ao teu negócio específico.
Esta é uma ferramenta de uso recorrente. É um painel que reúne os números que contam no teu negócio: receita, despesas, margem, clientes. Como um check-up, mas para o teu negócio.
Os indicadores partem dos dados que já registaste: as despesas que lançaste, os preços que calculaste, as vendas que apontaste. Não tens de os escrever outra vez.
A cada visita vês a evolução, porque o retrato acompanha o negócio à medida que ele muda.
Há uma pergunta que se faz muito e se responde mal: "e se eu subir o preço?" Ou baixar. Ou vender menos, mas melhor. A resposta costuma ser um palpite acompanhado de ansiedade.
O simulador põe as três variáveis lado a lado, preço, volume e custos, e mostra o que acontece à margem, ao lucro e ao ponto de equilíbrio à medida que mexes em cada uma. Vês o resultado enquanto arrastas, sem ter de montar uma folha de cálculo primeiro.
Serve para a conversa que tens contigo antes de mexer num preço, e para a que tens com o cliente depois.
Este é talvez o problema mais especificamente português. Quem trabalha por conta própria em Portugal tem de contar com escalões de IRS, contribuições para a Segurança Social (calculadas com base na declaração trimestral), isenção de IVA até certo limiar, e a diferença entre o que faturas e o que realmente levas para casa.
A ferramenta de tesouraria ajuda-te a ver essa diferença: registas o que entra e o que sai, incluindo as obrigações que vêm a caminho, e ficas a saber com antecedência os meses em que o dinheiro pode apertar.
Não substitui um contabilista. Mas dá-te a base para teres uma conversa informada com ele.
Cada ferramenta Elevate tem até duas camadas, e no fim levas o trabalho contigo. Vamos usar a calculadora de preços como exemplo concreto.
Camada 1: interativa, sem limites de uso Preenches os teus custos, o rendimento desejado, as horas disponíveis. A calculadora faz as contas e mostra-te o teu preço mínimo. Podes alterar valores, simular cenários, voltar a usar quando quiseres. Zero inteligência artificial e sem limite de utilizações. Funciona sempre.
Camada 2: IA, só quando acrescenta valor Ativas a análise de IA e ela compara os teus preços com referências do teu setor e sugere ajustes. Se os teus preços estão abaixo da média para o teu nicho e a tua experiência, diz-te. Se há margem para criar pacotes ou preços diferenciados, sugere.
E o que fica: exportação (documento pronto a usar) Exportas para Excel ou PDF uma tabela de preços completa, com os teus serviços, preços por hora e por projeto, e notas sobre o que está incluído. No final, sais com um entregável pronto a usar.
A Filipa é arquiteta freelancer, tem 36 anos e fatura entre €4.000 e €6.000 por mês. Os números parecem bons, mas há um problema que a persegue: cada orçamento que envia é diferente. Não tem uma base de cálculo, vai ajustando conforme o cliente, o projeto, a pressa.
Resultado: alguns projetos dão-lhe margem confortável, outros acabam por custar-lhe dinheiro quando contabiliza as horas reais. E nunca tem a certeza de que os seus preços estão certos.
Com a calculadora de preços, a Filipa finalmente fez as contas a sério. Custos fixos: software de projeto, deslocações, seguro profissional, contabilidade. Rendimento líquido desejado: €4.000 por mês. Horas faturáveis reais (descontando reuniões, administração, prospeção): 22 por semana.
O resultado: preço mínimo por hora de €68. Para projetos-tipo de 50-75 horas, isso traduz-se num intervalo de €3.400 a €5.100 por projeto.
A Filipa exportou a tabela, criou três pacotes de serviço com preços padronizados, e pela primeira vez tem um modelo consistente. Quando um cliente pede desconto, ela sabe exatamente até onde pode ir sem perder dinheiro.
O que lhe faltava era fazer a conta com os números dela.
Nem todas as ferramentas servem o mesmo propósito. Algumas usas uma ou duas vezes: quando completas a lição, tens o teu entregável e avanças. A calculadora de preços é um bom exemplo, configuras, exportas, usas.
Outras são de uso recorrente. O painel de indicadores, a tesouraria, o orçamento mensal são ferramentas que voltas a abrir todos os meses ou todos os trimestres. No Elevate, chamam-se ferramentas vivas porque evoluem contigo.
E depois há as híbridas: crias na lição, mas revisitas periodicamente. O plano de ação trimestral, por exemplo, constróis na lição, mas a cada trimestre voltas para atualizar.
Esta distinção importa porque as ferramentas vivas te dão uma razão para voltar: todos os meses há números novos para lançar e um retrato novo para ler.
Há uma pergunta que vale a pena fazer a qualquer coisa em que investes tempo: depois de terminar, o que é que tenho nas mãos?
Com uma ferramenta Elevate, a resposta é um documento: uma tabela de preços, um modelo de negócio numa folha, um orçamento mensal, um plano de ação trimestral. Algo que usas diretamente no teu negócio, amanhã.
As ferramentas não te ensinam sobre gestão de negócio em abstrato: fazem a gestão do teu negócio contigo.
As ferramentas do Elevate fazem parte do acesso de qualquer membro: camada interativa sem limites, camada de IA (200 ações por mês) e exportação.